Para tornar adnominal (adjetiva) uma oração desenvolvida, temos que introduzi-la com um pronome relativo. Este, algumas vezes, substitui uma das combinações dele, dela, deles, delas, as quais podem ser simples complementos regidos pela preposição "de", ou corresponder aos possessivos seu, sua, seus, suas. Se forem complementos, substituem-se por de que, do qual, da qual, dos quais, das quais, ou de quem. Se forem possessivos, substituem-se pelos adnomes relativos cujo, cuja, cujos, cujas, antepostos ao respectivo nome.
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"Recompor" significa refazer os textos adredemente desagregados com o intuito de levar o estudioso a reestruturá-los ensejando a utilização concreta de nexos coerentes (preposição, conjunções, pronomes relativos). Estes exercícios são ótimos também para levar o escrevente a perceber a existência das quatro formas de determinantes, bem como observar a importância da sua correta colocação junto ao determinado.
O único conetivo introdutor que exerce uma das funções sintáticas (1, 3, 4 e 5) da fórmula da oração é o pronome relativo. Por estar intimamente ligado aos problemas de regência e por ser bivalente, com frequência, seu uso correto oferece dificuldades. Urge, pois, que se façam muitos exercícios com esse rico e versátil introdutor de orações adnominais.
O uso correto e adequado do pronome relativo e, consequentemente, do
adnome oracional "oração adjetiva" revela domínio dos instrumentos da
língua. Podem-se verificar o nível de linguagem e a capacidade
de redigir de uma pessoa pela escorreita utilização do pronome
relativo. Esse introdutor bem preposicionado como "dentro dos quais,
contra quem, pelo qual, por que, em que, sob as quais, entre cujos..."
realmente constitui indício de rico linguajar, a falta do ensino do
latim, ou da estrutura e dinâmica sintáticas dos nossos textos deixa o
domínio correto do pronome relativo muito aquém do mínimo necessário.
Toda oração adnominal, enquanto determina o nome precedente, expressa
uma pequena mensagem, isto é, diz algo. Para perceber essa pequena
mensagem isolada, nada melhor do que extrair essa frase do contexto,
renominando o pronome relativo que a introduz. Para renominar um pronome
relativo, basta substituí-lo pelo nome antecedente conservando-lhe a
preposição se a tiver. A posição do introdutor pronome relativo, exceto
quando sujeito, forma ordem indireta. Ao substituí-lo, podemos adotar a
ordem direta. Utilizando o texto anterior.
Acompanhe as explicações sobre a renominação do pronome relativo neste e nos próximos exercícios.
Objetivo: Levar a perceber que
a) levar o usuário da língua a compreender o real papel do pronome;
b) mostrar ao estudioso que o pronome ocupa exatamente a posição que o nome representado ocuparia se estivesse presente;
c) fazer o discente perceber que o pronome adota a regência (a preposição ou introdutor zero) que o nome substituído adotaria, se estivesse na sua posição;
d) confirmar que o pronome (substituinte) efetua concordância pronominal em gênero e número com o nome substituído;
e) convencer o estudioso de que o uso do pronome, muitas vezes, é fator de concisão e estilo e sempre supõe contexto.
bjetivo: Levar a perceber que
a) levar o usuário da língua a compreender o real papel do pronome;
b) mostrar ao estudioso que o pronome ocupa exatamente a posição que o nome representado ocuparia se estivesse presente;
c)
fazer o discente perceber que o pronome adota a regência (a preposição
ou introdutor zero) que o nome substituído adotaria, se estivesse na sua
posição;
d) confirmar que o pronome (substituinte) efetua concordância pronominal em gênero e número com o nome substituído;
e) convencer o estudioso de que o uso do pronome, muitas vezes, é fator de concisão e estilo e sempre supõe contexto.
Objetivo: Levar a perceber que
a) levar o usuário da língua a compreender o real papel do pronome;
b) mostrar ao estudioso que o pronome ocupa exatamente a posição que o nome representado ocuparia se estivesse presente;
c) fazer o discente perceber que o pronome adota a regência (a preposição ou introdutor zero) que o nome substituído adotaria, se estivesse na sua posição;
d) confirmar que o pronome (substituinte) efetua concordância pronominal em gênero e número com o nome substituído;
e) convencer o estudioso de que o uso do pronome, muitas vezes, é fator de concisão e estilo e sempre supõe contexto.
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Objetivo: Levar a perceber que a) levar o usuário
da língua a compreender o real papel do pronome; b) mostrar ao
estudioso que o pronome ocupa exatamente a posição que o nome representado
ocuparia se estivesse presente; c) fazer o discente
perceber que o pronome adota a regência (a preposição ou introdutor zero) que o
nome substituído adotaria, se estivesse na sua posição; d) confirmar que o pronome (substituinte) efetua
concordância pronominal em gênero e número com o nome substituído; e) convencer o estudioso de que o uso do pronome,
muitas vezes, é fator de concisão e estilo e sempre supõe contexto.
Temos recebido diversos pedidos de professores para que se postem, via nosso blog, algumas aulas para principiantes, pois desejam passar essas lições neopedagógicas para seus alunos. Portanto, aqui estão alguns vídeos para iniciantes em SINTAGRAMÁTICA. Assim, de hoje em diante, poderemos ter duas versões: aulas mais suaves para iniciantes e aulas mais avançadas para os que já dominam esta técnica de ensinar e aprender. Os que desejam ter este material na forma impressa podem solicitar o livro SINTAGRAMÁTICA (http://ces.ipuc.com.br/obras.php) que já está disponível e atualizado. No próximo mês, estaremos dispondo também DVDs que tornam mais viável a aula para as escolas que não possuem Internet. Bom proveito.